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A tecnologia GPS que ajuda o ISN a proteger as praias portuguesas

A segurança nas praias portuguesas não depende apenas da presença humana no areal. Também depende da forma como os meios são organizados, como as viaturas são geridas e como as equipas conseguem responder em zonas costeiras com diferentes necessidades de vigilância.

Em Portimão, o Instituto de Socorros a Náufragos recebeu novas viaturas para reforçar a vigilância durante a Época Balnear 2026. A iniciativa integra o Projeto SeaWatch, ativo desde 2010, e conta com a colaboração contínua da Quatenus Portugal, parceira do ISN há 13 anos na gestão destas viaturas.

A segurança costeira precisa de meios bem coordenados

Durante a Época Balnear, a vigilância das praias envolve diferentes equipas, entidades e meios operacionais. Em praias com vigilância permanente, a resposta está mais estruturada. Em zonas sem presença contínua, a capacidade de mobilizar recursos torna-se ainda mais importante.

É precisamente neste tipo de contexto que o Projeto SeaWatch tem um papel relevante. Criado para aumentar a segurança nas zonas costeiras, o projeto reforça a presença operacional em áreas que exigem atenção, deslocação e capacidade de intervenção.

A disponibilidade de viaturas preparadas para este cenário permite aproximar meios de apoio das zonas de maior necessidade. Quando estes veículos incluem equipamentos como desfibrilhadores automáticos externos, a sua importância torna-se ainda mais evidente numa resposta de emergência.

A resposta passa pela gestão das viaturas no terreno

A cerimónia de receção das novas viaturas decorreu em Portimão e foi presidida pelo Almirante Jorge Nobre de Sousa, Chefe do Estado-Maior da Armada e Autoridade Marítima Nacional, contando com diversas entidades parceiras, entre elas a Quatenus.

Viaturas do ISN equipadas com tecnologia Quatenus para apoio à vigilância e segurança nas praias portuguesas durante o Projeto SeaWatch.

Neste ecossistema de colaboração, há marcas responsáveis pelo combustível, pelo seguro e pela disponibilização das viaturas. A Quatenus assume a gestão destas viaturas, contribuindo para uma operação em que organização, acompanhamento e visibilidade são essenciais.

A gestão de frotas GPS ganha valor quando deixa de ser vista apenas como tecnologia e passa a ser entendida como apoio prático a missões que exigem prontidão, confiança e coordenação.

Como a gestão de frotas GPS apoia o Projeto SeaWatch

Numa operação ligada à segurança balnear, cada viatura representa mais do que um recurso de deslocação. Representa a possibilidade de chegar a uma zona costeira, apoiar uma equipa, responder a uma ocorrência ou reforçar a presença em praias sem vigilância permanente.

A gestão de frotas GPS permite enquadrar a utilização das viaturas numa lógica mais organizada. Para equipas operacionais e entidades envolvidas, isso significa maior capacidade de acompanhamento dos meios disponíveis e melhor alinhamento entre recursos e necessidades no terreno.

Neste caso, a tecnologia não substitui a missão humana. Apoia-a. Ajuda a tornar a operação mais visível, mais estruturada e mais preparada para contextos em que a rapidez e a coordenação podem fazer diferença.

Uma parceria com impacto na segurança das pessoas

Em 2025, o Projeto SeaWatch permitiu 72 salvamentos, 173 assistências de primeiros socorros e 13 buscas bem-sucedidas de crianças perdidas. Estes resultados mostram a importância de uma operação preparada para atuar em diferentes situações durante a época de maior afluência às praias.

A parceria entre a Quatenus Portugal e o ISN, com 13 anos de continuidade, reflete uma colaboração sustentada em torno de uma missão concreta: reforçar a segurança nas praias portuguesas.

Quando tecnologia, meios operacionais e entidades especializadas trabalham em conjunto, a gestão de viaturas deixa de ser apenas um processo interno. Passa a fazer parte de uma resposta mais ampla, orientada para proteger pessoas e apoiar quem está no terreno.

Benefícios para operações que exigem presença e confiança

A gestão de frotas GPS é especialmente relevante em operações que dependem de deslocação, disponibilidade de viaturas e coordenação entre equipas. No contexto do Projeto SeaWatch, esta gestão apoia uma missão pública em que os meios precisam de estar preparados para responder em diferentes pontos da costa.

Para entidades com operações móveis, a tecnologia pode contribuir para decisões menos reativas e para uma visão mais clara sobre a utilização dos recursos. Isso permite gerir viaturas com mais confiança, reduzir incertezas operacionais e apoiar equipas que trabalham fora de ambientes fixos.

A experiência da Quatenus Portugal com o ISN mostra como a tecnologia pode ter aplicação prática em contextos de elevada responsabilidade, em que cada recurso tem uma função concreta na segurança das pessoas.

Quando a tecnologia serve uma missão humana

O valor da tecnologia está na forma como se traduz em apoio real para quem decide, coordena e atua. No Projeto SeaWatch, a gestão das viaturas não é o centro da comunicação, mas é uma parte importante da estrutura que permite ao ISN reforçar a sua presença nas praias portuguesas.

A Quatenus Portugal contribui com a sua experiência em gestão de frotas GPS para uma operação que combina prevenção, resposta e segurança. Mais do que acompanhar viaturas, trata-se de apoiar uma missão que tem impacto direto na vida das pessoas.

 

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FAQ

O Projeto SeaWatch é uma iniciativa ativa desde 2010 que visa aumentar a segurança nas zonas costeiras portuguesas, especialmente em praias sem vigilância permanente.

A Quatenus Portugal é responsável pela gestão das viaturas associadas ao Projeto SeaWatch, apoiando a organização operacional dos meios usados na vigilância costeira.

Porque ajuda a enquadrar a utilização das viaturas, apoiar o acompanhamento operacional e dar maior visibilidade sobre os meios disponíveis em zonas costeiras com necessidades diferentes.

Em 2025, o Projeto SeaWatch permitiu 72 salvamentos, 173 assistências de primeiros socorros e 13 buscas bem-sucedidas de crianças perdidas.

Segundo o briefing do projeto, as novas viaturas incluem desfibrilhadores automáticos externos, reforçando os meios disponíveis durante a Época Balnear 2026.

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